Ajuste de R$ 200 bilhões de Flávio mira supersalários e ministérios para reduzir juros e aliviar famílias de baixa renda

Plano econômico de Flávio Bolsonaro
Plano econômico de Flávio Bolsonaro. (Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Corte de R$ 200 bilhões é possível, mas exige mais do que extinguir ministérios

Programas sociais não aparecem como alvo oficial do plano

Supersalários e estruturas administrativas entram na mira

Juros menores podem beneficiar famílias e empresas

Queda do risco fiscal chega ao bolso

Plano depende de detalhamento e execução

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